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De volante a trequartista: Adrien Rabiot sob o comando de Ruben Amorim no Milan

1 de outubro de 2026Diego Herrera1 мин

Adrien Rabiot, geralmente posicionado mais recuado para dar estabilidade ao meio-campo, encontrou uma função talvez mais eficaz sob a tutela de Ruben Amorim no Milan. O técnico tem escalado o francês como meia-atacante, atrás do centroavante, um papel que o jogador de 31 anos tem desempenhado com sucesso desde o início da temporada.

Segundo La Gazzetta dello Sport, a escolha de Amorim por essa nova posição para Rabiot parece motivada pelas necessidades do elenco, mais do que por uma predileção tática intrínseca. Isso se deve às lesões de Christian Pulisic, à inconsistência de Ruben Loftus-Cheek e à recente chegada de Omari Hutchinson.

No entanto, confiar essa posição a Rabiot não foi um erro. O francês tem mostrado sua capacidade de ser um jogador completo, demonstrando entendimento tático, experiência, técnica apurada e visão de jogo.

Nesta temporada, o experiente meio-campista já marcou dois gols e deu duas assistências nas cinco primeiras partidas da Serie A 2026-27.

Um exemplo claro foi na vitória convincente por 3 a 0 contra o Lecce, em San Siro. Rabiot provou sua eficácia no novo papel de meia-atacante, sendo uma presença marcante no terço final do campo e balançando as redes aos 61 minutos.

É visível que Rabiot se destaca nas chegadas à área com velocidade. Contudo, o meia central demonstra discernimento sobre o momento certo de avançar e apoiar o ataque, sem deixar de proteger o centro do campo. Essa dinâmica complementa muito bem o colega de equipe Luka Modric.

As qualidades apresentadas no início da temporada confirmam a importância de Rabiot para os Rossonerri. Se o internacional francês mantiver essa consistência, uma extensão de contrato seria uma recompensa justa.

Por Julian Faustini GIFN